quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

A RIQUEZA E A POBREZA DAS NAÇÕES

 

Por que são algumas tão ricas e outras tão pobres

David S. Landes


Poderoso e lúcido [...] Não haverá muitos historiadores que não se orgulhassem de escrever este livro."

Eric Hobsbawm, Los Angeles Times

"O leitor não poderá deixar de se sentir provocado e estimulado por este livro magnificamente iconoclasta e refrescante."

Andrew Porter, New York Times Book Review


Nesta obra amplamente aclamada pela crítica e pelo público, David S. Landes investiga uma das mais controversas e debatidas questões do nosso tempo: por que razão determinadas nações alcançam o sucesso económico enquanto outras permanecem afundadas na pobreza? A resposta, como Landes demonstra de um modo magnificamente documentado, reside numa complexa interacção de factores culturais e circunstâncias históricas. Rica em exemplos concretos e marcada por uma erudição e profundidade analítica verdadeiramente espantosas, A Riqueza e a Pobreza das Nações constitui uma das mais ambiciosas obras de história das últimas décadas.

A presente edição inclui um novo epílogo, no qual o autor examina a actual crise asiática e a tensão mundial entre o excesso de confiança e a realidade dos factos.

Da contracapa

O Autor


David Landes nasceu em 1924 em Nova Iorque. É considerado um dos historiadores económicos mais credenciados do século XX. Doutorou-se em 1953 pela Universidade de Harvard, onde se tornou professor em 1964. Ensinou em Harvard até se reformar, tendo sido professor emérito de economia da Universidade de Harvard (Coolidge Professor of History and Professor of Economics). Faleceu em 2013. É autor de vários artigos e livros fundamentais, nomeadamente Bankers and Pashas, The Unbound Prometheus e Revolution in Time.


Edição da Gradiva


sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

CRÓNICA DE UMA MORTE ANUNCIADA

 


Gabriel Garcia Marquez

Sinopse

Vítima da denúncia falaciosa de uma mulher repudiada na noite de núpcias, o jovem Santiago Nasar foi condenado à morte pelos irmãos da sua hipotética amante, como forma de vingar publicamente a sua honra ultrajada e sob o olhar cúmplice ou impotente da população expectante de uma aldeia colombiana: é esta a história verídica que serve de base a este romance, e que, logo nas suas primeiras linhas, é enunciada. A capacidade de Gabriel García Márquez em reconstruir um universo possuído pela nostalgia, mágica e encantatória da infância e a sua genial mestria em contar histórias fazem deste romance mais uma das obras-primas que consagraram definitivamente este autor.

O Autor

Gabriel García Márquez nasceu a 6 de março de 1927, em Aracataca, Colômbia, e faleceu a 17 de abril de 2014, na Cidade do México. 

Considerado o pai do realismo mágico latino-americano, foi essencial para o reconhecimento da literatura americana em língua castelhana no resto do mundo, principalmente depois da atribuição do Prémio Nobel de Literatura, em 1982. 

O caráter universal da sua obra coloca-o entre os maiores escritores de sempre. 


Edição da D. Quixote

Nota de rodapé

Uma obra-prima. Inesquecível.


sexta-feira, 8 de janeiro de 2021

A ERA DAS REVOLUÇÕES

 


1789-1848

Eric Hobsbawm

Entre 1789 e 1848, a Revolução Francesa e a Revolução Industrial imprimem profundas transformações a todos os aspectos da vida europeia: a guerra e a diplomacia; as novas áreas industriais e os campos; os métodos governativos; a ciência, a filosofia e a religião; a literatura e todas as artes. Na presente obra, Eric Hobsbawm analisa minuciosa e objectivamente este período decisivo na formação do mundo moderno, em que o capitalismo industrial surge na Europa e em que este estabelece, relativamente ao resto do mundo, um domínio que irá manter durante todo um século.

Da contracapa

O Autor

Eric J. Hobsbawm (1917-2012), de nacionalidade britânica, nasceu em Alexandria, no Egito, em 1917 e faleceu em outubro de 2012. Lecionou no Birkbeck College, em Londres, e na New School for Social Research, em Nova Iorque. Foi membro da Academia Britânica e da Academia Americana das Ciências e das Artes e agraciado com o grau de doutor honoris causa por diversas universidades. Destacou-se como um dos mais dos mais importantes historiadores contemporâneos e é autor de uma obra vasta sobre história e política. O seu livro, A Era dos Extremos lançado em 1994, tornou-se uma obra de referência sobre a história recente da humanidade. A Presença conta ainda, no seu catálogo com as seguintes obras deste autor: A Era do Capital;  A Era do Império 1875-1914; O Século XXI – Reflexões sobre o Futuro, em coautoria com Antonio Polito; e Globalização, Demografia e Terrorismo.


 Edição da Editorial Presença - 6ª edição


terça-feira, 5 de janeiro de 2021

MEMÓRIA DE ELEFANTE

 

António Lobo Antunes

Primeiro romance de António Lobo Antunes, publicado em 1979. Claramente autobiográfico, a obra desenrola-se em um único dia. Regressado de Angola e separado da mulher e das filhas, o protagonista revela ao longo da narrativa a sua grande mágoa e conflitos em relação à separação e as marcas que lhe deixaram a guerra em Angola.

                                                                                        Da contracapa

O Autor

António Lobo Antunes nasceu em Lisboa em 1942 e licenciou-se em Medicina pela Universidade de Lisboa em 1969. Combateu em Angola de 1971 a 1973.
Depois da publicação de
Memória de Elefante e Os Cus de Judas, ambos em 1979, António Lobo Antunes tornou-se um dos escritores portugueses mais lidos, traduzidos e premiados em todo o mundo. Em 2005 foi distinguido com um dos mais importantes prémios literários do mundo: o Prémio Jerusalém. Em 2007 recebeu o Prémio Camões, o mais importante prémio literário de língua portuguesa.

 

Edição da LEYA em 2011


terça-feira, 29 de dezembro de 2020

GUIA DE HISTÓRIA DA ARTE


Os artistas, as obras, os movimentos do século XIV aos nossos dias

Direção de Sandro Sproccati


Eis um guia para o conhecimento da arte, organizado segundo critérios de fácil consulta, que nos dá uma panorâmica completa da produção artística ocidental, desde o século XIV até aos nossos dias.

A presente obra segue uma planificação que permite múltiplas leituras:

·   histórica - através de uma sucessão rigorosa dos principais eventos;

·    biográfica – pela informação sobre os artistas mais representativos;

·     de aprofundamento crítico – mediante o tratamento monográfico de temas de especial interesse.

 

Da contracapa

 

Publicado pela Editorial Presença em 2009 (6ªedição)


domingo, 27 de dezembro de 2020

CHARLES DARWIN - ESCRITOS ÍNTIMOS




 Charles Darwin

A presente colectânea de textos permite conhecer a personalidade de Darwin nos momentos cruciais da vida deste homem sábio, brando e humorado. Da carta que, nos seus tempos de estudante, envia ao seu pai, para que ele abençoe a sua viagem, até às notas escritas quando se tornou pai de família, o controverso teórico da evolução revela uma perfeita conduta de cavalheiro. Antes do seu casamento, traçou um quadro no qual pesava os prós e os contras da cerimónia. Depois do enlace, Darwin corresponde-se com a sua mulher, que quer salvá-lo dos perigos do ateísmo.

O interesse destes textos não é somente conhecer as várias facetas de Darwin mas também remeter a escrita para uma zona de fronteira, onde a ciência confina com a intimidade. Pois a curiosidade científica de Darwin centra-se nele próprio ou nas pessoas que preza e que o rodeiam na vida quotidiana. Da primeira viagem às observações pacientes e ternas sobre o crescimento dos seus filhos, nestes textos íntimos, o sábio homem da ciência revela-se como ser humano.

Da contracapa

Editado pelas Publicações Europa- América em 2010


O HOMEM DE NEANDERTAL

 


Em busca dos genomas perdidos
A historia de uma moderna descoberta científica


Svante Pääbo


O Homem de Neandertal conta a extraordinária história do geneticista Svante Pääbo na sua tentativa de responder à questão: o que podemos aprender dos genomas dos nossos parentes mais próximos na árvore da evolução?

Começando com o estudo do ADN em múmias egípcias na década de 80 e culminando na sequenciação do genoma do homem de Neandertal em 2010. O Homem de Neandertal descreve os eventos, as intrigas, os falhanços e os triunfos desses anos cientificamente muito ricos pelo prisma de um pioneiro e descobridor no campo do ADN antigo. 

Ficamos a saber que os genes do Neandertal oferecem uma perspectiva única nas vidas dos hominídeos nossos parentes e pode conter a chave para revelar o mistério da sobrevivência do Homo Sapiens enquanto o Homo Neanderthalensis se extinguiu.

As descobertas de Pääbo não apenas redesenharam a nossa árvore genealógica, mas também ajudaram a reescrever os fundamentos da história humana – o início biológico do moderno Homo Sapiens, quer dizer, os antepassados directos de todos os seres humanos que vivem hoje. O leitor ficará a perceber melhor como nos tornámos humanos.

Excerto da obra

«Abrimos a garrafa de champanhe que estava guardada no frigorífico da copa do laboratório. Sabíamos que, se aquilo que estávamos a ver era realmente ADN neandertal, se abria todo um vasto campo de possibilidades. Poderia ser possível, um dia, comparar genes inteiros, ou qualquer gene específico, dos neandertais com os genes correspondentes das pessoas vivas actualmente.

Quando regressei a casa a pé, através da silenciosa e escura Munique (tinha bebido demasiado champanhe para conduzir), ainda me custava a acreditar no que tinha acontecido. Deitei-me, mas não consegui adormecer. Não parava de pensar nos neandertais e no espécime cujo ADN mitocondrial parecíamos ter acabado de identificar.»

 O Autor

O cientista sueco Svante Pääbo, formado na Universidade de Uppsala, é o director do Departamento de Genética no Instituto Max Planck para Antropologia Evolutiva em Leipzig, na Alemanha.

Em 2009, a revista Time nomeou-o para a lista das «Cem pessoas mais influentes do mundo.» Recebeu vários prémios prestigiados, dos quais os mais recentes são o Keio Medical Science Prize (2016), o Prémio Príncipe de Astúrias (2018) e a Medalha Darwin-Wallace (2019).

Da contracapa e das badanas

Publicado pela Gradiva em 2019


quinta-feira, 24 de dezembro de 2020

O PATRIMÓNIO GENÉTICO PORTUGUÊS

 



A história humana preservada nos genes


Luísa Pereira e Filipa M. Ribeiro


Combinando contributos de áreas tão diferentes como a genética, a arqueologia, a antropologia, a história e até a climatologia, este livro oferece uma visão multifacetada de uma memória que deixamos impressa neste mundo: seja pelos genes, pelas viagens, pelas relações interpessoais ou por um pouco de tudo isto. Cada homem, na sua especificidade genética, tem um significado evolutivo. E não se pode compreender a evolução sem compreender a variação.

Fruto de um trabalho de investigação científica rigorosa, a presente obra inova pela sua interdisciplinaridade, acessibilidade, complementaridade e pelo seu conteúdo de referência para quem trabalha em evolução humana. O leitor é acompanhado ao longo de uma aventura de múltiplas facetas, explorando muitas perspectivas dos recentes avanços no conhecimento quanto às origens e migrações humanas no passado e
 focando uma temática que nunca havia sido tratada em livro: o património genético português.




«Há tempos que não aprendia tanto a ler um livro. Nem me divertia tanto, valha a verdade. A junção de uma especialista em genética populacional com uma jornalista de ciência criou uma obra interessantíssima, acessível, culta, com sentido de humor, que me apetece rebaptizar, à la Woody Allen: "Tudo o que gostaria de saber sobre a origem dos portugueses que saíram da África subsariana há muitos milhares de anos."»

Manuel Sobrinho Simões, IPATIMUP


«É um prazer ver as conclusões do nosso e de outros trabalhos em dispersões africanas tornadas tão acessíveis a um público mais vasto.»

Vincent Macaulay, Universidade de Glasgow


«É gratificante ver o nosso trabalho sobre o impacto das alterações climáticas nas populações europeias pré-históricas apresentado a um público alargado.»

Martin Richards, Universidade de Leeds


«É excelente que a nossa viagem genética a Belmonte se tenha revelado a primeira de muitas colaborações e que o nosso trabalho mútuo, da alvorada dos seres humanos em África à comunidade única de Belmonte, seja agora apresentado ao público de forma tão elegante e experiente.»

Doron Behar, Centro Médico Rambam, Israel

As Autoras

Luísa Pereira nasceu em 1974. Bióloga e doutorada em genética populacional humana, é investigadora no IPATIMUP (Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto) e Professora Afiliada na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto. Co-autora de aproximadamente sessenta artigos publicados em revistas científicas internacionais, tem liderado projectos de investigação multidisciplinares, intentando decifrar o passado evolutivo das populações humanas. Tem actualmente colaborações activas com colegas de catorze instituições distribuídas por dez países e quatro continentes.

Filipa M. Ribeiro nasceu em 1981. Licenciada em Jornalismo, a ciência está desde sempre entre as suas paixões intelectuais, tal como a escrita. Fez duas pós-graduações: uma em jornalismo médico e de saúde e outra em genética e direito. Concluiu um mestrado em Comunicação e Educação de Ciência e tem-se dedicado também aos estudos da utopia, interessando-lhe a relação entre aquela, a ciência e o conhecimento.
Conta com cinco anos de actividade enquanto jornalista de ciência e é autora de artigos publicados em revistas nacionais e internacionais na área do jornalismo de ciência e da gestão de conhecimento.

Da contracapa

Editado pela Gradiva em 2009 




quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

O CÂNTICO DE NATAL

 


Charles Dickens

O Cântico de Natal foi publicado pela primeira vez em 1843, e a grande popularidade de Dickens vem também dessa sua tendência para escrever em louvor da família, feliz e tranquila, tendo por cenário a época de Natal. Scrooge, um homem de negócios avarento e amargo, desumano e insensível, que só se preocupa com o dinheiro e o lucro e que detesta o Natal, recebe a visita de três Espíritos que pretendem fazer dele uma pessoa generosa e solidária.

O Autor

Charles Dickens (1812-1870) foi o romancista mais famoso e popular do seu tempo. A sua preocupação com as injustiças fez do autor a voz da consciência da sua época.

Da contracapa

 

Editado pela Leya SA em 2009


Nota de rodapé

Um clássico. Obrigatório ler.


terça-feira, 22 de dezembro de 2020

A CHINA ABALA O MUNDO

 



Ascensão de uma nação ávida

James Kynge

Aconteceu tudo muito repentinamente. Ainda há poucos anos a China pairava, para a maioria de nós, como uma presença grande mas distante. Hoje afecta e influencia tudo. A competição pelos nossos empregos, as nossas economias, as coisas que compramos, o desaparecimento da selva amazónica, o preço do petróleo, o equilíbrio de poderes no mundo e tantas das outras tendências que estão a modificar o mundo têm, pelo menos em parte, o dedo da China.

Este livro explica-nos a ascensão da China a partir de dentro. Descreve as pessoas e lugares que estão por trás da transformação da nação mais populosa da Terra e mostra como a emergência de um apetite desmesurado está a convulsionar o mundo. A China Abala o Mundo identifica as múltiplas forças de uma potência que se industrializa, mas mostra também que nem todos os gráficos relativos à China exprimem curvas ascendentes. De facto, muitas das influências que se fazem sentir na Europa e na América são manifestação de profundas fraquezas.

Em última análise, porém, a questão que a ascensão da China suscita resume-se à compatibilidade. Pode haver compatibilidade entre o Ocidente e um país que, no seu carácter e nas suas convicções, difere profundamente do mundo criado em clima de Pax Americana desde o fim da Segunda Guerra Mundial?

O Autor

James Kynge visitou a China pela primeira vez em 1982, ano em que estudou chinês numa universidade localizada entre o rio amarelo e a terra natal de Confúcio.  Voltou  em 1985, pouco depois de se ter licenciado em línguas orientais pela Universidade de Edimburgo, tendo desde então vivido e trabalhado na China ou em países vizinhos.

Em 2006 ano da publicação deste livro, contava com dezanove anos de jornalista na Ásia, tendo passado mais de uma década a escrever sobre o “Império do Meio” a partir deste país. As experiências colhidas durante esse período, em que o país deixou a periferia para ocupar um lugar central na cena mundial, constituem o material de base deste livro.

Recebeu vários prémios de jornalismo. Tem atividade regular como orador, conferencista e autor de programas sobre a China.

Da contracapa

Publicado pela Editorial Bizâncio 

Nota de rodapé

Este livro assume particular interesse por ter sido publicado há mais de uma década.




sábado, 19 de dezembro de 2020

O PEQUENO LIVRO DO GRANDE TERRAMOTO

 


Rui Tavares

O Pequeno Livro do Grande Terramoto, inicialmente publicado nos 250 anos da catástrofe, propõe uma abordagem inovadora da história. Talvez por isso, e sem dúvida por ter conseguido cativar um surpreendente número de leitores, foi considerado Melhor Ensaio 2005 (Público/RTPN).

Por entre factos e acontecimentos, hipóteses e teorias, cenários reais e imaginados, a escrita viva e cinematográfica de Rui Tavares acompanha-nos numa travessia a que é difícil resistir.

Qual a relação entre o Terramoto de 1755, o 11 de setembro de 2001, o tsunami de 2004 e os incêndios de Roma em 64 d.C.? Como seria Lisboa caso Terramoto não tivesse acontecido? Quais as repercussões culturais na Europa setecentista? De que modo as grandes calamidades mudam a nossa percepção do mundo? As respostas surgem – inesperadas, alternativas e fundamentamente arrojadas.

“Um livro excelente e uma referência obrigatória”

António Mega Ferreira, Visão

     Da contracapa

 

O Autor

Rui Tavares (Lisboa, 1972) é escritor e historiador, com estudos em História da Arte pela Universidade Nova de Lisboa, em Ciências Sociais pela Universidade de Lisboa e em História e Civilizações pela École des Hautes Études en Sciences Sociales de Paris, onde defendeu a sua tese de doutoramento sobre a censura portuguesa no século XVIII, «Le Censeur Éclairé», que constitui a base de O Censor Iluminado. Investigador associado do Centro de Estudos Internacionais do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, é actualmente policy leader fellow no Instituto Universitário Europeu de Florença. É cronista no jornal Público e comentador da RTP.
Com a Tinta-da-china publicou O Pequeno Livro do Grande Terramoto (prémio RTP/Público Melhor Ensaio 2005), traduzido em russo e que será em breve publicado em Itália; Pobre e Mal Agradecido (crónicas, 2006); O Arquitecto (teatro, 2007), também publicado no Brasil; O Regicídio (ensaio, 2008; com Maria Alice Samara), O Fiasco do Milénio (crónicas, 2009); A Ironia do Projeto Europeu (ensaio, 2012); Esquerda e Direita: Guia histórico para o século XXI (ensaio; 2015); O Censor Iluminado (ensaio; 2018). É coordenador da colecção Portugal, uma Retrospectiva, publicada na Tinta-da-china durante o ano de 2019.
As suas traduções de Cândido, ou o Optimismo, de Voltaire, e de Tratado da Magia, de Giordano Bruno, estão também publicadas na Tinta-da-china.

 

Publicado pelas Edições Tinta-da-China em 2009

 


LISBOA SETECENTISTA VISTA POR ESTRANGEIROS

 


Piedade Braga Santos, Teresa Rodrigues e Margarida Sá Nogueira

Os relatos dos estrangeiros constituem uma fonte histórica de reconhecida importância para o estudo da sociedade portuguesa. O olhar admirado dos homens que visitam Portugal na segunda metade de Setecentos dá-nos uma outra visão da capital do Reino. Mais distanciada, embora nem sempre destituída de preconceitos. Justificam-no diferenças de índole cultural, religiosa e de comportamento social que, no entanto, não invalidam o inegável valor histórico do seu testemunho.

Este texto permite conhecer algo mais da Lisboa de Setecentos: como se organizava o espaço citadino, que gentes o habitavam, quais os seus costumes. Contribuindo, certamente, para uma nova perspectiva sobre a vida quotidiana da capital portuguesa nos finais do Antigo Regime.

Da contracapa

Editado por Livros Horizonte em 1996